A Casa Comum da JMJ

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A Casa Comum da JMJ

A JMJ está se apresentando como uma verdadeira Casa Comum. Em prol do bem humano e do meio ambiente, uma iniciativa das irmãs Claretianas no Panamá chama a atenção: na casa da Congregação foi adotada a estratégia em que todos os que por ali passarem façam uso de pertences únicos para as refeições e demais funcionalidades. Assim sendo cada um tem seu prato e copo e estes devem ser lavados quando usados.
A iniciativa, segundo a irmã Fernanda de Godoy, nascida na Argentina mas residente no Brasil, é para "não gerar tanto lixo e ajudar assim o meio ambiente". Ela continua explicando que ˜a casa está acolhendo 670 voluntários e peregrinos, por isso tal ação ajuda o `bem comum`, já que esta é uma proposta adotada pela Igreja, expressa na Laudato Si e que a família Claretiana corrobora'.
O "cuidado da Casa Comum" foi o tema principal da conferência "Ecologia e JMJ", acontecida no Centro Internacional de Imprensa Atlapa. O documento Laudato Si apresentado no momento é motivação para que atitudes como essas vivenciadas na casa Claretiana seja algo que aconteça também após a JMJ e assim seja exemplo aos demais que vivem esse projeto.

Para Dom Claudio Giuliodori, Assistente Eclesiástico da Universidade Católica do Sagrado Coração, "esta Encíclica reúne importantes discussões sobre o meio ambiente, especialmente para a comunidade internacional, já que são os jovens que pagarão as conseqüências das alterações climáticas, por isso, enfatizamos aqui que iniciativas assim servem para desenvolver conferências e promulgar manifestos.