– 12

– 11
janeiro 10, 2019
– 13
janeiro 8, 2019
Em 2016 participei pela primeira vez da JMJ. Eu escolhi ser voluntária na área de Comunicação, Conteúdo Internacional. Não seria a primeira vez que eu acompanharia um evento como jornalista, mas esse evento definitivamente tinha uma característica particular. Os organizadores nos ofereceram uma confiança inestimável.
A JMJ me trouxe uma grande serenidade junto a Jesus. Naquelas duas semanas às vezes era difícil acompanhar as missas, em parte por conta da barreira da língua, mas também porque eu estava envolvida nas minhas anotações. Apesar disso, eu podia sentir a força do Evangelho quando escrevia, como se para cada uma das dificuldades encontradas, eu obtivesse uma resposta.
Essa força devia-se também à equipe, vinda dos quatro cantos do mundo para escrever nas nove línguas oficiais da JMJ. Naquela sala, onde mais de vinte voluntários se intercalavam no serviço, também se podia sentir a atmosfera das ruas de Cracóvia. Bom, preciso reconhecer: nós não dançávamos e cantávamos bem pouco. Mas a ajuda mútua, a partilha e a comunhão reinavam.
Eu não pude ir ao Campus Misericordiae para a Vigília. Então, nós organizamos a nossa própria vigília, acompanhando pela televisão, enquanto nos ocupávamos do site. Ao mesmo tempo, nós estávamos na efervescência da escrita dos artigos sobre a peregrinação, os diferentes depoimentos. Porém, quando o Papa nos chamou a construir pontes, foi como se nós tivéssemos sido transportados para o Campus, e nós também nos demos as mãos. Quando a Adoração começou, nós paramos para rezar - eu nunca tinha imaginado rezar diante de uma tela.
Esses momentos me fizeram entender que não importa o lugar, não importa o que façamos, se nós colocamos nisso nosso coração para servir a Nosso Senhor, Ele nos preencherá com uma profunda alegria.
Anne Laure, França