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dezembro 5, 2018
Cresci no contexto de uma família separada e onde o mundo te diz que se você for um bom profissional alcançará tudo, autossuficiência, poder, o sucesso necessário para ser “feliz” e onde a solidão é um prêmio. Conhecendo minha fé, descobri que “não é bom estar sozinho”, e fiquei insegura...tinha medo e decidi que a vida consagrada era o melhor.
Porém, Deus não estava de acordo com isso, e conheci Ivan, meu esposo. Ele me encantava, mas eu não me via em uma família; quando soube que ele me pediria em casamento, fiquei muito feliz, mas apavorada. Fomos à JMJ de Cracóvia com o grupo Peregrino de Guatemala, do qual uma família inteira fazia parte – e até aquele momento não tinha me dado conta de que Deus estava trabalhando minha mente e meu coração. No museu de São João Paulo II, o tema era a família, os filhos...
Nos Dias nas Dioceses, nos mostraram nossa relação com Deus como um casamento e mencionaram as Bodas de Caná, logo me surpreendi observando a interação da família que estava no nosso grupo e descobri que o que Deus diz é possível. Ao final da JMJ, Ivan me pediu em casamento e eu respondi sim! Cada vez que ficamos desanimados, recordo que Deus mudou minha forma de pensar para que pudéssemos ser uma família, por isso não me darei por vencida.
Ivonne Rodríguez, Guatemala