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novembro 30, 2018
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novembro 28, 2018
Tive a bênção de participar da JMJ da Polônia coordenando um grupo de 50 peregrinos. Nunca imaginei a magnitude desse encontro, principalmente da parte das famílias que nos receberam com braços abertos e com muita emoção. Por mais complicado que fosse nos comunicarmos, já que eles não falavam nem um pouco de inglês e muito menos espanhol, eles não deixaram de nos transmitir sua alegria, sendo amáveis e dividindo conosco sua realidade.
A alegria de todos a cada evento era muito contagiante, sempre terminávamos o dia quase sem voz de tanto falar e gritar. O mais bonito era ver que, ainda que cada um viesse de diferentes realidades, costumes e idiomas, éramos todos irmãos em Cristo que queriam transmitir seu amor por Ele.
Meu interesse principal foi a Feira das Vocações, onde consegui chegar com duas amigas após uma viagem pelas ruas da Polônia. Nós três buscávamos respostas para a nossa inquietude quanto ao chamado que Deus tinha para cada um de nós. Não entendi no início, mas no ano seguinte optei por ingressar no seminário de minha diocese e me encontro tentando dar uma resposta a esse chamado que o Senhor me faz.
Agora meu desejo é poder participar da Feira das Vocações com meu projeto de animação vocacional “ActiVocación”, com a finalidade de transmitir a mensagem da vocação como um chamado que Deus faz a nós todos.
Creio que nossa tarefa, além de rezar pelas vocações, é perguntar a nós mesmos: “Para o que Deus está me chamando? O que Ele quer de mim?”. Nossa resposta a estas questões deve ser generosa e deve estar focada em fazer a vontade de Deus, e não a nossa.
Quero que chegue logo o dia 22 de janeiro para compartilhar com os jovens a alegria de querer conhecer um Cristo vivo, que se manifesta em cada um, que nos chama a ser peregrinos da fé e nos presenteia com a Sua Mãe, a Virgem Maria, para que seja nosso exemplo de resposta ao chamado de Deus.
Bryon Quishpe, Equador