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janeiro 16, 2019
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janeiro 14, 2019
Pertenço ao Caminho Neocatecumenal e tenho uma comunidade belíssima.
Como dentro do Caminho não definiam se fariam esta peregrinação ou não, no mês de julho decidi começar a trabalhar para ir com o grupo juvenil. Logo me dei conta que já era tarde, precisava dar a primeira parcela e eu não tinha dinheiro, então desisti. Com o coração entristecido, não passou um só dia em que não pedisse isso a Deus. Por outro lado, sofria porque dizia “não quero ser religiosa”, mas ao mesmo tempo sentia o forte chamado de Deus. Decidi me arriscar e em 25 de fevereiro comecei meu processo vocacional, passei por crises fortes, mas sabia que me apaixonaria por Ele. Em um encontro vocacional em julho, pedi a Nossa Senhora da Penha a graça de poder viver uma JMJ; em oito de setembro, com dúvidas sobre dar um passo a mais na minha vocação, fizeram um encontro para ir à JMJ Panamá com o Caminho Neocatecumenal - meu coração se alegrou, mas não era certeza que aconteceria e seria muito caro. Deus não deixava de me surpreender: ganhei metade do valor e teria que batalhar muito para conseguir o valor que faltava em pouco tempo. Por pura providência de Deus, em uma semana consegui levantar a primeira parte e o valor do passaporte - porém, a passagem foi cancelada porque os aeroportos eram ruins para nós. Fiquei frustrada, não sabia como, mas não pedi a fé de iria a este encontro e segui rezando.
Em 20 de novembro estive em um encontro maravilhoso no qual decidi que iria para um convento na Espanha para cumprir a vontade de Deus! Desde aquele momento comecei a sentir uma felicidade inexplicável, foi uma graça de Deus. Em 11 de dezembro minha comunidade catecumenal me deu o presente de despedida mais lindo: uma carta que dizia “Não deixaremos você ir para a Espanha ante de ir ao Panamá, à JMJ. Te amamos!”. Não podia acreditar, só chorava de alegria. Deus valeu-se deste caminho para me mostrar seu amor e ver que Ele é fiel!
Natalia Gracía, Colombia