– 60

– 59
novembro 23, 2018
– 61
novembro 21, 2018
Minha primeira JMJ, na Polônia. Minha fé estava viva e eu estava ansiosa para saber como seria uma JMJ, queria conhecer essa experiência. Devia ser algo muito grande para atrair tantos jovens, como via nos vídeos que procurava no Youtube. Esta seria minha primeira JMJ e, claro, não a última, porque todas as JMJ nos tocam ao longo da nossa juventude por alguma razão. A Polônia estava nos esperando e marcou muitas almas, entre elas, a minha.
A história da Polônia forjou o espírito cristão da nação de maneira incrível, de modo que o ambiente em que estávamos era o mais favorável para tirar grande proveito desta experiência. Além disso, eu estava indo preparada e tinha as ferramentas necessárias para que isso acontecesse. E, de uma maneira ou de outra, aconteceu. Porque eu não voltei igual. Aquelas missas com um número infinito de pessoas, porque também contam os que estão assistindo em suas casas, e com um silêncio que diz tudo, tocam a alma. Estávamos nós, discípulos de Cristo, unidos, amando-nos uns aos outros como Ele nos amou, juntando forças para conquistar o mundo levando sua bandeira, com seu amor. Logo depois da comunhão, era impossível que, tanta gente comungando, tendo Cristo dentro de si - como eu - não se desse conta de sua presença ali, conosco, guiando-nos no caminho. Um caminho que agora eu não sigo da mesma forma, que agora sigo com todos os cristãos do mundo, juntos, não apenas com a minha paróquia. A JMJ me abriu os olhos, me proporcionou vivências, me ensinou o mundo e me aproximou de Cristo. Mostrou-me que a Igreja é uma e que só aqui chegarei a ser santa, que é ao que todos somos chamados.
María Palfi, Espanha